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O que é a Nova Economia? Um guia para entender as mudanças de mercado e como elas impactam no seu negócio

Para sobreviver às mutações econômicas que acontecem de tempos em tempos, as empresas precisam se adaptar ao cenário da Nova Economia, absorvendo os novos hábitos dos consumidores e inovando em seu modelo de negócio.

Em nosso artigo de hoje, vamos falar um pouco sobre o conceito de Nova Economia, um fenômeno que vem acontecendo desde a década de 90 e que impacta empreendedores ainda hoje.

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COMO SURGIU A NOVA ECONOMIA?

A expressão Nova Economia surgiu no final da década de 90 e descrevia o resultado da transição de uma economia que antes era baseada na indústria para uma economia que passou a ser baseada em serviços. O uso dessa expressão ficou bastante popular quando ocorreu a chamada bolha da internet, ou “bolha das empresas ponto com”.

Nos Estados Unidos, esse período foi caracterizado pelo desenvolvimento das novas tecnologias de informação e comunicação, altas taxas de crescimento econômico, baixa inflação e alto nível de geração de empregos, num contexto de globalização da economia.

COMO OS ESPECIALISTAS REAGIRAM?

Na época, os especialistas que avaliaram o comportamento do mercado acharam que se tratava de uma mudança estrutural que resultaria em um crescimento de mercado constante e permanente, com baixo desemprego e relativamente imune aos ciclos macroeconômicos de auge e depressão. Além disso, acreditavam que essas mudanças tornariam obsoletas as antigas práticas de negócios.

Tudo isso levou a previsões exageradamente otimistas e planos de negócios equivocados.

O QUE DEU ERRADO NA PRIMEIRA ONDA DA NOVA ECONOMIA?

A recessão de 2001 colocou por terra muitas das previsões feitas na Nova Economia da década de 90. Porém, o desenvolvimento tecnológico da época manteve o ritmo na primeira década do século XXI, impactando a economia global e direcionando o empreendedorismo mundial para a criação de novos modelos de negócios.

Mesmo que as previsões mais otimistas não tenham se realizado no tempo esperado, a Nova Economia permaneceu e se tornou uma tendência promissora na solução de problemas globais como criação de empregos, consumo consciente e preservação ambiental.

QUAIS FORAM OS GRANDES IMPACTOS DA NOVA ECONOMIA NA DÉCADA DE 90?

Na época, um dos maiores impactos ocorridos foi o aparecimento da Nasdaq como rival da bolsa de valores de Nova York (NYSE), bem como uma grande quantidade de lançamento de empresas em oferta pública inicial e a maior valorização das ações das “empresas ponto com”.

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E QUAIS SÃO OS IMPACTOS DA NOVA ECONOMIA ATUALMENTE?

A Nova Economia está ligada às vendas pela internet, e a chegada das redes sociais modificou completamente os formatos das negociações. Com alta concorrência e consumação em massa, os empreendedores que se adequam melhor às mutações mercadológicas dificilmente deixam de ser líderes de mercado em seu segmento. Conheça algumas características elementares da Nova Economia no século XXI:

O cliente em primeiro lugar

Com o avanço da internet e das tecnologias, a bola da vez é a experiência do cliente. Não basta oferecer produtos e serviços pensados e cuidadosamente elaborados para agradar e atender às necessidades dos clientes – produtos e serviços esses que passaram por diversos testes e só foram produzidos após muito estudo em parceria com a clientela.

Hoje, é necessário oferecer mais: campanhas para captação de leads, campanhas de fidelização para clientes veteranos, novos canais de vendas, como redes sociais, e-commerce e hot site, além de uma equipe de SAC para consultoria, vendas, atendimento pré-vendas e pós-vendas.

Tudo isso aliado ao UX design, que oferece opções de layout e navegação que facilitam a experiência online do cliente.

Parece complexo, não?

Redes sociais

Em contrapartida, as empresas de hoje contam com a ajuda das redes sociais, que são poderosas ferramentas de divulgação e alcance de público segmentado (o marketing digital consegue traçar qualitativamente traços do público-alvo, auxiliando na criação de campanhas com alta chance de conquistar o ápice no consumo do mercado).

Além disso, as redes sociais facilitaram – e muito! – o contato entre empresa e cliente, tanto para o esclarecimento de dúvidas antes da venda, reclamações, sugestões, quanto para o relacionamento com a marca.

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Conceito econômico

Antes da internet se tornar popular, as doutrinas econômicas ditavam regras cujo foco principal estava focalizado no produto ou serviço. Pensar dessa forma hoje coloca em risco a existência da sua empresa, pois, como vimos no item 1, o foco deve estar na experiência do cliente.

O desejo do cliente deve ser atendido de forma rápida e eficaz. Quem conseguir segmentar seu público-alvo, desvendar quais são suas necessidades e carências e investir na criação de verdadeiras soluções para esse público, terá chances mínimas de não se desenvolver no mercado.

As marcas da Nova Economia no varejo

Empresas e profissões já estão deixando de existir. E mesmo aquelas que ainda existem tiveram de mudar radicalmente suas abordagens e estratégias.

As estratégias que trouxeram o desenvolvimento de gigantes do mercado e empresas seculares não são mais efetivas agora, e os hábitos de consumo e as expectativas do cliente sofreram muitas alterações nesse novo mercado que oferece tantas novas experiências.

O comportamento do consumidor, transformado por essa Nova Economia do século XXI, fez com que o cliente ganhasse todo o poder de decisão. E sabemos que a internet foi a principal responsável por isso, pois ela facilita o acesso à informação, fazendo com o que o cliente seja o verdadeiro especialista.

Pesquisar nunca foi tão fácil. Com smartphones, notebooks e tablets é possível pesquisar um produto ou serviço em tempo real, perto de onde você estiver. Você reserva, compra, paga e realiza o serviço ou recebe o produto na hora, e ainda conta com uma imensidão de dados, como especificações técnicas, comparação de preços e funcionalidades entre diversos produtos, e o principal: a opinião de outros consumidores que já compraram esse produto ou serviço e sua qualificação.

Como resultado, as empresas têm que lidar com muito mais que algoritmos de busca para estarem bem posicionadas no ranking do Google (o buscador mais usado no mundo), mas também com clientes muito mais críticos, informados e específicos.

E o que isso significa? Que é necessário entender ao máximo sobre a sua empresa, sobre o mercado, sobre a concorrência e, principalmente, conhecer profundamente o seu cliente.

Como dizia Darwin, o mundo não é dos mais inteligentes ou mais fortes, ele pertence aos mais adaptáveis. Se você quer saber mais tendências de negócios para os tempos atuais para manter sua empresa viva em um mercado tão metamórfico, complemente esta leitura com nosso artigo Empreender e Navegar a Favor do Vento.

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